Centro Estadual de Apoio ao Deficiente

Criado em 1987, o Centro Estadual de Apoio ao Deficiente tem por objetivo promover a habilitação e/ou reabilitação de pessoas com deficiência visual, auditiva, física, intelectual e múltiplas, síndromes e atraso no desenvolvimento neuropsicomotor, envolvendo a família em todo o processo.

Atua também na assessoria técnica aos profissionais da Rede Estadual e Municipal de atendimento à pessoa com deficiência, com interface nas áreas de saúde e educação, tendo como princípio a inclusão social dessas pessoas, a fim de estimular a formação do cidadão crítico e criativo, consciente de seus direitos e deveres.

Para a operacionalização dos serviços oferecidos pelo CEAD, a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social de Goiás (Seds-GO) mantêm alguns convênios de mútua colaboração, que disponibilizam através de Termo de Cooperação Técnica, profissionais especializados para o desenvolvimento das atividades de habilitação e/ou reabilitação, em atendimentos educacionais especializados.

Mantém também parcerias com Universidades para estágios curriculares supervisionados.O CEAD tem capacidade para atender 400 (quatrocentos) usuários e a meta do Governo de Goiás, por meio da Seds-GO e da Gerência de Inclusão da Pessoa com Deficiência, é reestruturar a unidade, visando assegurar  que os atendimentos atinjam a capacidade total do local.

Sendo assim, assumimos o compromisso com a igualdade de oportunidades, participação social e qualidade de vida para as pessoas com deficiência, que necessitam desse atendimento.

Atendimentos oferecidos:

  • Apoio Pedagógico – estimula o desenvolvimento das estruturas psicomotoras, sócio-emocionais, cognitivas e pedagógicas, tanto em Braille quanto em escrita convencional e ampliada;
  • Arte-Educação – atividade que estimula, através da exploração de diversos materiais, a criatividade, percepção, coordenação motora, concentração, atenção e os valores indispensáveis ao crescimento do usuário;
  • Atividade de Vida Autônoma e Social (AVAS) – são atividades práticas de vida autônoma e social que proporcionam a pessoa com deficiência uma melhor qualidade de vida independente;
  • Datilografia Braille – recurso específico que facilita o registro da escrita Braille, com maior rapidez;
  • Escrita a Tinta – atividade destinada a usuários cegos para a aquisição da escrita convencional em tinta;
  • Estimulação – programa que estimula o desenvolvimento emocional, cognitivo, lingüístico, psicomotor e social das crianças de zero a seis anos;
  • Estimulação e Reabilitação Visual – trabalho voltado para pessoas com baixa visão, que utiliza de atividades específicas para proporcionar melhor utilização da visão residual e maior autonomia no seu cotidiano;
  • Fisioterapia – utiliza de teorias e técnicas específicas para trabalhar indivíduos com seqüelas neurológicas, proporcionando melhoria na qualidade de vida;
  • Fonoaudiologia – trabalha a linguagem oral e escrita, voz, audição e os distúrbios miofuncionais;
  • Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) – primeira língua dos surdos. O trabalho visa o desenvolvimento da comunicação da pessoa surda com o grupo familiar e com a sociedade;
  • Odontologia – oferece atendimento ambulatorial preventivo, educativo e curativo para restabelecer e manter a saúde bucal dos usuários;
  • Orientação e Mobilidade (OM) – proporciona à pessoa cega ou com baixa visão independência, autonomia e autoconfiança na locomoção;
  • Psicologia – intervenções que visam o fortalecimento da auto-estima, autonomia e independência do usuário para melhor enfrentamento de suas dificuldades;
  • Psicomotricidade – associa o movimento corporal ao desenvolvimento das funções cognitivas, considerando os aspectos emocionais e sociais do indivíduo;
  • Psicopedagogia – práxis comprometida com a melhoria das condições de aprendizagem e realizada através da avaliação e intervenção psicopedagógica;
  • Serviço Social – oferece informações, orientações, encaminhamentos necessários e promove um trabalho sócio-educativo com usuários e famílias;
  • Sorobã – recurso utilizado no trabalho com pessoas cegas que facilita a compreensão e resolução das operações fundamentais e dos cálculos matemáticos;
  • Terapia Ocupacional – trabalha de forma lúdica e com diferentes abordagens, a funcionalidade da pessoa com deficiência.